Sua canção (Elton John & versões)

Propaganda natalina
Para o Natal de 2010, as lojas britânicas John Lewis fizeram uma propaganda linda.
Como fundo musical, usaram Your Song, na voz da Ellie Goulding.
Adoro a frase que encerra o comercial.
Para pessoas que se importam em mostrar que se importam.

Músicas que me descrevem

 

“Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom”
(Mallu Magalhães)

 

“Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto
É menor do que a vida de qualquer pessoa”
(Elis Regina)

 

“Ser capitã desse mundo, poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos, não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso poder falar a verdade”
(Maria Gadu)

 

“Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida”
(Milton Nascimento)

 

“Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita”
(Gonzaguinha)

 

“Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato”
(Guilherme Arantes)

 

“Não me amarra dinheiro não mas formosura
Não me amarra dinheiro não mas elegância
Mas a cultura, dinheiro não”
(Caetano Veloso)

 

“Tenho sede de som, eu tenho fome de luz
Tenho a força, tenho o dom
Don’t you know quem eu sou?
Remember my name”
(Sandra de Sá)

 

“Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud”
(Renato Russo)

 

 

“Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom”
(Mallu Magalhães)

“Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto
É menor do que a vida de qualquer pessoa”
(Elis Regina)

“Ser capitã desse mundo, poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos, não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso poder falar a verdade”
(Maria Gadu)

“Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida”
(Milton Nascimento)

“Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita”
(Gonzaguinha)

“Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato”
(Guilherme Arantes)

“Não me amarra dinheiro não mas formosura
Não me amarra dinheiro não mas elegância
Mas a cultura, dinheiro não”
(Caetano Veloso)

“Tenho sede de som, eu tenho fome de luz
Tenho a força, tenho o dom
Don’t you know quem eu sou?
Remember my name”
(Sandra de Sá)

“Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud”
(Renato Russo

Karen Kriegel dá brasilidade a joias americanas

A brasileira Karen Kriegel é a mais nova designer da novaiorquina John Brevard, lifestyle brand de diversos segmentos de luxo, como joias, arte e decoração.

Formada em design de joias e marketing de moda pela Savannah College of Art and Design (SCAD), dos EUA, Karen completou sua formação na companhia Niin Style, em Hong Kong.

Jovem brasileira ganha espaço em grupo de designers dos Estados Unidos.
Jovem brasileira ganha espaço em grupo de designers dos Estados Unidos.

 

A peça desenhada por Karen para a joalheria americana – o brinco em ouro amarelo 18k com diamantes – faz parte da coleção Spherical, da Brevard. A designer se inspirou em seu estilo minimally intricate e reconhece a influência brasileira na criação. “Saí do Brasil ainda criança – aos 8 anos. Vivi na República Dominicana e em El Salvador e há 6 anos estou nos EUA. Não posso negar que as minhas criações traduzem esse mosaico cultural, mas a minha principal referência é o Brasil. Minha família é brasileira. E eu também. Nasci na Argentina, mas escolhi ser brasileira”.

Conheça o trabalho da Karen assistindo a este vídeo.
Clique aqui

Para conhecer melhor o trabalho de Karen Kriegel acesse:
Karen Krigel

Filme melhor que o livro

Sim, é mais um filme que um dia foi livro (de sucesso) do autor americano Nicholas Sparks.

Sim, deve ser história que faz chorar, mas quero ver mesmo assim.
E tem no Netflix e ainda não vi porque quero terminar de ler o livro já que há pouco, através de uma amiga, consegui o livro emprestado.

E assim eu conheci a Manuela

Sabem aquela frase manjada que todos usam que diz que NADA ACONTECE POR ACASO? Por mais clichê que seja, em muitos momentos da minha vida, ela se fez verdade! E em um destes momentos entra a história da minha amizade de quase quatorze anos com a Manuela.

No último ano de faculdade conheci um cara bem legal. Não preciso entrar em detalhes, mas o fato é que ele mostrou interesse. E eu ñ estava nem aí pq havia acabado de terminar um relacionamento super sério – talvez o único sério que eu tive na vida toda. Propus ficarmos amigos. Ele ñ curtiu muito mas topou. E mesmo morando em cidades diferentes levamos a amizade adiante. Depois de uns bons meses de amizade, eis que me vejo olhando de forma diferente pro carinha. Tarde demais! Aí ele ñ quis pq disse que cansou de esperar tanto tempo (desde quando 21 meses é muito tempo?). Quem esnoba por último, esnoba melhor! E eu dancei! Dancei nada! Mantive a amizade fazendo de conta que isso, na época, bastava pra mim. E o tal cara ñ parava de falar de uma amiga. E eu tinha raiva daquela amiga, claro! Era Manuela pra lá, Manuela pra cá… Pensei “perdi pra esta tal Manuela”.

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Livro Anne Frank

O primeiro livro que li e que de fato marcou pra mim.

livro anne

Um livro atemporal porque sempre vai chocar.
Uma menina que só pôde sonhar e mais nada.
E não viveu nem vinte por cento do que ela sonhou pra si.

Desde este livro que gosto de ler “diários”.
Livros que trazem cartas neles sempre me fascinaram.
Hoje em dia, livros trazem e-mails.
Gosto disso. A gente vive bem a história e fica imaginando.0904

Apertando o play

Como tudo na vida precisa de um começo, todo blog precisa de um primeiro post. E este  blog já teve outros primeiros posts. Umas quatro vezes pelo menos. Esta deve ser a quinta ou seria a sexta?

máquina